O ministro Alexandre de Moraes autorizou, nesta terça-feira (24), a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para o regime de prisão domiciliar. A decisão foi tomada após manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República, que recomendou a medida com base no estado de saúde do ex-mandatário.
Na avaliação do procurador-geral Paulo Gonet, a prisão domiciliar é necessária para garantir acompanhamento médico contínuo, já que Bolsonaro apresenta um quadro clínico considerado delicado e sujeito a variações.
O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes, e estava detido no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
No último dia 13 de março, Bolsonaro foi internado no Hospital DF Star após apresentar problemas de saúde. De acordo com boletim médico recente, ele está em tratamento de pneumonia bacteriana bilateral em unidade de terapia intensiva, sem previsão de alta, embora tenha apresentado estabilidade clínica nas últimas horas.
A medida permite que o ex-presidente cumpra a pena em casa, sob monitoramento, enquanto segue em tratamento médico.


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