O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta quinta-feira (22) que a Justiça Eleitoral não deve divulgar informações protegidas por sigilo relacionadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao senador Flávio Bolsonaro (PL).
Segundo o magistrado, cabe aos próprios candidatos decidir se desejam tornar públicos seus dados bancários, fiscais e telefônicos.
A decisão foi tomada após Lula e Flávio concordarem com a abertura de seus sigilos, em meio a um impasse sobre a inclusão de uma empresa ligada ao advogado Willer Tomaz. A campanha petista defendeu que o acordo também contemplasse informações da Alcazar Holdings, sediada em Portugal. Após negociações, a companhia voltou a ser incluída no entendimento.
“No caso, não cabe à Justiça Eleitoral definir o que cada candidato quer ou não divulgar. O que se quiser divulgar é escolha de cada um, e avaliar essa escolha cabe ao eleitor”, afirmou Mendonça.
A decisão foi tomada após Lula e Flávio concordarem com a abertura de seus sigilos, em meio a um impasse sobre a inclusão de uma empresa ligada ao advogado Willer Tomaz. A campanha petista defendeu que o acordo também contemplasse informações da Alcazar Holdings, sediada em Portugal. Após negociações, a companhia voltou a ser incluída no entendimento.
📰 Veja mais notícias
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, defendeu que os dados fossem disponibilizados antes do segundo turno das eleições, marcado para domingo (25).
A discussão envolve a divulgação de informações financeiras e pessoais dos envolvidos, cuja publicação, conforme a decisão de Mendonça, não deve ser determinada pela Justiça Eleitoral contra a vontade dos titulares.


Postar um comentário